Novos detalhes da produção de games da linha Playstation no Brasil
Ontem foi mais um dia a ser comemorado no mundo gamer no Brasil. Algum tempo atrás a Sony anunciou que viria de forma oficial para cá, e ontem mais detalhes surgiram por aà e foram comentados por vários blogueiros. Resumindo tudo isso: a Synergex, uma das distribuidoras oficiais de games no Brasil, fez um acordo com a Sony DADC Brasil, divisão da fabricação de CDs e DVDs, para vender os games produzidos aqui. Segundo o UOL Jogos os games da linha Playstation terão preços reduzidos entre 30 e 35%, um valor bem significativo. E é aquele negócio: se a distribuidora não fizesse isso ela iria perder terreno, já que a distribuidora que a Sony escolhersse iria comer parte do mercado da Synergex pelo preço mais barato dos jogos. E é isso que a gente quer: jogos mais baratos.
Então eu abri a calculadora e comecei a fazer as contas. Hoje lançamentos custam na faixa dos salgadÃssimos 270 reais (paguei 250 no LittleBigPlanet, só pra constar) e com a redução vai para 189 reais, um valor ainda alto mas bem mais barato. Já jogos mais antigos (não tão antigos assim, frisa-se) que hoje custam 200 podem ter uma redução significativa de 60 reais. Jogos originais custando 140 é um sonho, isso para games de Playstation 3. Já games pro Playstation 2 podem enfim chegar a casa dos 100 reais, mas isso é baseado num preço que hoje está em 160 reais. Para jogos muito antigos é um valor alto, já que eu adquiri o Splinter Cell – Chaos Theory do Playstation 2 por 60 (mas acredito que estava numa promoção), mas entre 150 e 100 reais, obviamente prefiro games custando 100 reais.
Resta saber quando que isso vai começar a ser refletido nas lojas. Rumores diziam que no começo do segundo semestre que a gente começaria a ver os primeiros games. O UOL Jogos disse que os primeiros games foram pra distribuidora Videolar, mas ainda não percebi nada nos sites e na mÃdia especializada. Eles não anunciaram games, mas “citaram vagamente Street Fighter IV e Pro Evolution Soccer” (o popular Wining Eleven). O jeito será aguardar ainda mais e continuar de olho no mercado brasileiro.
[Imagem via UOL jogos]
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AHHH bom. 30% de corte começa a ser algo mais "plausível" apesar de ainda achar muito humilde esse corte. Eles não estão considerando só os impostos não? anyway, espero que agora a Microsoft, que deveria, em tese, ser a primeira a fazer isso, também passe a prensar os jogos por essas bandas. Sonhar é bom, mas temos que ser realistas. ;D
Acredito bastante na Synergex, vira e meche acho jogo baratos de PS2 e Wii. O mais impresionante foi o Assasins Creed a 30 reais ! (esse para PC )
Com a produção feita no Brasil espero ficar isento boa parte dos impostos e preços bem mais acessíveis, pois sou um grande fã das caixinhas e manuais.
Eu não acredito que os preços vão baixar, e se baixarem vai ser muito pouco. Vide o caso da indústria de livros, que teve isenção de todos os impostos sobre o papel pelo então ministro Gil na época, esperando uma queda de 15 a 20% sobre os preços para os consumidores. O que aconteceu? As editoras absorveram essa isenção como lucro e os livros continuam subindo dia após dia.
Já disse e repito: PS3 a R$399 e jogo a R$59,90 JÁ!
Essa é uma realidade quase impossível. teria de ter isenção total de impostos e o dólar no país estaria equivalente ao real. Você vai ver: quando o dólar abaixar demais o Governo vai começar a controlar a queda até estacionar num ponto qualquer entre 1 e 2.
Mas ter jogo com um preço mais barato é sempre bom, e acho difícil as distribuidoras quererem absorver o lucro. Se isso acontecer, veremos uma explosão de importações. Se o Governo abaixar os impostos dos games pra importação, pode abaixar pra gente também. Aí a gente não terá medo de importar e de ser taxado, e com isso as distribuidoras poderão perder terreno pros seus maiores concorrentes: os próprios consumidores. Nós que temos mais acesso à informação e tem as manhas de comprar no exterior.
O lado bom da distribuição digital é o preço, o lado ruim é o fator não colecionável. Evito ao máximo comprar um jogo online que exista a caixa, procuro só comprar os downlods que só existam que não possuem distribuição física. Vide Braid, Castle Crashers, Pixeljunk etc..
O lado bom da distribuição digital é o preço, o lado ruim é o fator não colecionável. Evito ao máximo comprar um jogo online que exista a caixa, procuro só comprar os downloads que só existam que não possuem distribuição física. Vide Braid, Castle Crashers, Pixeljunk etc..
O lado bom da distribuição digital é o preço, o lado ruim é o fator não colecionável. Evito ao máximo comprar um jogo online que exista a caixa, procuro só comprar os downloads que não possuem distribuição física. Vide Braid, Castle Crashers, Pixeljunk etc..
Concordo contigo Rodrigo.
Na proxima geração, acredito que os jogos vão ficar em servidores e a partir da conta da psn só iremos baixar os games. Acho realmente q vai acabar os games fisicamente.
Essa é uma realidade quase impossível. teria de ter isenção total de impostos e o dólar no país estaria equivalente ao real. Você vai ver: quando o dólar abaixar demais o Governo vai começar a controlar a queda até estacionar num ponto qualquer entre 1 e 2.
Mas ter jogo com um preço mais barato é sempre bom, e acho difícil as distribuidoras quererem absorver o lucro. Se isso acontecer, veremos uma explosão de importações. Se o Governo abaixar os impostos dos games pra importação, pode abaixar pra gente também. Aí a gente não terá medo de importar e de ser taxado, e com isso as distribuidoras poderão perder terreno pros seus maiores concorrentes: os próprios consumidores. Nós que temos mais acesso à informação e tem as manhas de comprar no exterior. O Burnout Paradise, por exemplo, eu comprei na PSN. Não passei por distribuidoras, não passei por lojas, não passei por impostos. Foram 50 reais o preço do jogo, e com certeza nenhuma distribuidora deve ter gostado. Acredite, o maior concorrente da Synergex e companhia atende por um nome: distribuição de um jogo pela rede, de forma legal. Live, Steam, PSN. Essa será a guerra do futuro.
uma revolução tributária é quase que impossível no Brasil, não pelo fato de o gastos públicos serem exorbitates, mas pelo fato de o governo já ter experiências de desonerar impostos, e os industriais não repassarem esta diferença, lucrando neste caso ainda mais,