Archive

Posts Tagged ‘Artigos’

A história dos games de Star Wars – Parte 2

No primeiro post da série, vimos os primeiros jogos inspirados em Star Wars, e deu pra se perceber algo em relação aos primeiros jogos, nenhum deles contava, ou seguia os acontecimentos de um filme por inteiro, os jogos eram apenas sobre partes dos filmes, e sempre mais focados na destruição da Estrela da Morte, ou a Batalha de Hoth.

O primeiro jogo de Star Wars a tentar recriar a história inteira da Saga algum tempo depois no NES, em 1987 e exclusivamente no Japão, recrando o Episódio IV – Uma Nova Esperança.

Read more…

Sérgio Lopes ,

Pro Evolution Soccer: por que a série estagnou?

Bom, antes de mais nada gostaria de explicar uma coisa: Esse não é um post do tipo “FIFA x PES”, por favor peço que nem desviem o assunto para isso, pois há milhares de fóruns e listas de discussões espalhadas pela net que debatem isso e além do mais não sou e nunca fui jogador de FIFA por questões de gosto próprio. Pois bem, dito isso vamos lá, o que será que aconteceu com a nossa fantástica série de futebol, que tanto nos diverte desde o Super Nintendo? Vamos tentar explicar isso aqui, analisar alguns fatos e espero contar com (muita) ajuda de vocês nesse sentido, pois com certeza todos os fãs da série terão um detalhe a mais a acrescentar nesse assunto.

Read more…

Estevão Rocha , , ,

A história dos games de Star Wars – Parte 1

Como todos por aqui sabem, eu sou apaixonado pela franquia de Star Wars e resolvi contar um pouco da história dos games da franquia, já que a mesma tem uma relação de amizade com o videogames a muito tempo.

Para entender essa relação, devemos voltar a 1977, quando o Atari 2600 foi lançado, e não só ele, foi a época também de lançamento do Odissey, e ambos começaram a popularizar o videogames baseados em cartuchos, que de certa forma, ainda existem até hoje. O Atari 2600 vinha com 9 jogos e foi um campeão de vendas com mais de 30.000.000 de unidades.

No meio deste mesmo ano, George Lucas resolveu brindar um mundo com o marco da Ficção Científica: Star Wars. O filme para quem não conheçe (será que existe), passa-se em uma “Galáxia muito, mas muito distante” e conta a história de um garoto fazendeiro que estava destinado a se juntar a rebelião e enfrentar o Império Galático, e aprender os caminhos da Força, como seu pai antes dele.

Read more…

Sérgio Lopes ,

Porque jogos antigos ainda são importantes

Com jogos como Heavy Rain, Final Fantasy XIII e God of War III chegando, e mais uma outra grande quantidade de títulos fantásticos que estão também sendo lançados, comecei a pensar no origem dessa geração atual de games, com gráficos fantásticos, enredos cinematográficos e tudo mais, e pensar porque alguns games antigos são considerados clássicos até hoje.

E antes que alguém grite, “sessão nostálgia”, sim, é mais ou menos por ai, e de onde veio a idéia para esse post. A algum tempo atrás, um primo meu veio em casa pedir games emprestados para jogar no PC, e eu só tinha “velharias”, mas pra mim clássicos, que emprestei pra ele, já que migrei para os consoles totalmente. No alto de seus 15 anos, precisou de um final de semana, para o guri me devolver tudo, e criticar clássicos como Shadow of Warrior e dizer que os gráficos eram “porcos demais, tudo quadradão”. E porque isso, ele já vive na geração atual de gráficos maravilhosos e tudo mais que vem junto. E isso me fez lembrar de uma frase que usavam na escola e que já ouvi muito “Aqueles que não aprendem com o passado estão condenados a repeti-lo”.

Read more…

Sérgio Lopes

RPG clássicos e RPGs de videogame

Tava aqui fazendo uma reorganização do meu blog pessoal e achei um texto que pode ser interessante ressuscitar e republicar. O assunto comenta sobre os dois principais tipos de RPGs e foi redigido em 2 de junho de 2007. Espero que vocês gostem!

Este post será para falar de um dos gêneros mas comuns dos videogames: os jogos de RPG. A série Final Fantasy (por exemplo) é, para muitas pessoas, a melhor série de jogos de RPG já criados. O RPG é um estilo de jogos onde tem alguns personagens principais e o jogador segue em uma aventura, onde estes personagens interagem com outros personagens num mundo virtual, tendo uma história ao fundo. Os personagens tem alguns atributos que, com o passar do jogo, sofrem alterações (a chamada experiência). Tudo bem que esta não é a melhor definição de um jogo de RPG, mas é a melhor que eu posso tentar mostrar aqui.

Read more…

Rodrigo Flausino ,

Eu já joguei Sonic 4

A SEGA anunciou oficialmente o lançamento de Sonic 4 e muitos de nós aqui ficaram empolgados, mas eu já joguei Sonic 4 e a mais de 10 anos atrás.

Como você pode ver na foto acima, um clássico do SNES. E antes que alguém me chingue aqui, sim eu sei que é um hack de um game do Super Nintendo, e podia ser facilmente achado em lojas que traziam games do Paraguai. O jogo em si, é uma alteração safada do game da Sunsoft: Speedy Gonzales: Los Gatos Bandidos. E neste hack de 1996 o Sonic ainda salvava o Mario o tempo inteiro de estar preso em uma gaiolinha.

Vejam o gameplay:

E eu posso afirmar com certeza, eu já joguei Sonic 4.

Sérgio Lopes ,

RPGs táticos: Por que jogamos?

Olá, pessoal! Esse é meu primeiro post aqui na Select Game e espero que vocês gostem e dêem bastante feedback. Escolhi um tema bem específico, mas que me agrada muito, que são os jogos de RPGs táticos (ou estratégicos, como preferirem). Antes que os amantes desse gênero me joguem pedra por acharem que o título do post seja uma crítica aos que jogam, explico que é exatamente o contrário e vocês logo perceberão isso. Minha intenção não é falar dos jogos separadamente (embora eu vá citar um ou outro título), mas sim falar do estilo, o que nos leva a gostar dele e quais caminhos poderão tomar nessa e nas próximas gerações dos games, tudo sob a ótica de um apaixonado pelo gênero, ou seja, eu!

Pois bem, embora eu já esteja com meus 31 anos (quase 32), minha experiência no gênero não é tão antiga assim (tsc, tsc), pois comecei a jogar com o fabuloso FFT (Final Fantasy Tatics), diga-se de passagem o melhor de todos na minha modesta opinião (e de 9 entre 10 jogadores desse estilo). De lá pra cá foram muitos outros títulos jogados, alguns excelentes, outros nem tanto.

Read more…

Estevão Rocha ,

O limite de amigos e a dificuldade pra se adicionar/deletar alguém

Quando comprei o Playstation 3 eu tinha uma dúvida: qual seria o limite de amigos na sua conta. Hoje os consoles atuais são parecidos com as redes sociais: você tem a sua conta e pode adicionar amigos para jogar online ou mesmo conversar. A conectividade online está aí e esse é um caminho sem volta. Live com as Gamertags, Wii com seus Friend Codes (esse último é o menos amigável, com numerações que mais parecem códigos de CPF), PS3 com as PSN_IDs, Steam, Battle.net (que servirá como conta única para os jogos da Blizzard, como o World of Warcraft e Starcraft 2) e outros. Integração é a chave de hoje, onde as produtoras tem de linkar seus jogos nas IDs para ter conectividade online: rankings de jogadores, páginas com estatísticas (Burnout, Uncharted 2 e Killzone 2 tem as suas) e outros. Mas tem uma coisa que está me dando muitos problemas atualmente: o limite da quantidade de amigos na PSN.

A primeira vez que eu vi esse limite foi no Orkut, onde os perfis mais populares poderiam ter apenas 1000 amigos (ou 999, não sei bem sobre isso). Então alguns heavy-users tinham de criar 2 a 4 contas diferentes pra ter tudo, mas tecnicamente isso não poderia existir. Sou programador de sistemas e dá pra ter um banco de dados onde você tem um ID e pode ter trocentos amigos, onde o limite seria apenas a capacidade do banco, que é enorme na maioria das vezes. Talvez essa limitação seja pra deixar o serviço mais rápido, mas acaba sendo um incômodo pros usuários. Gerenciar trocentas contas iguais é complicado, mas tem certos serviços que você vai querer ter apenas uma conta. Twitter, Live e PS3 são os exemplos claros, onde as contas vão ganhando “recursos”. No Twitter um número alto de seguidores mostra que você é conhecido, além da sua quantidade e relevância dos tweets. Na Live e no Ps3 temos as conquistas/troféus, que incentivam o jogador. E por aí vai.

Mas nos consoles/redes de games, existe um limite claro. Já me disseram que na Live tem um limite de 100 amigos e o PS3 esse mesmo número. Um limite que consegui chegar nas últimas semanas. Aí começaram os problemas. Por exemplo: a Cindy comprou o PS3 e queria ter ela na lista de amigos, para jogar online no Uncharted 2, ver o que ela está jogando (até a última checagem era o Darksiders) e acompanhar o seu desempenho online de troféus (eu pego alguns amigos pra gerar cards do PS3Trophycard). Só que a minha lista estava cheia e com isso eu teria de remover alguém: mas quem removeria para adicionar ela? No começo eu vi que tinha um ou outro gringo que sabe-se lá porquê eu adicionei. Mas os gringos foram embora (deletados) e só sobrou brasileiros (e mais um argentino que é muito gente boa). Aí os deletes para adicionar os outros começaram a se preocupar.

Então fica uma situação bastante chata: obviamente tem alguns jogadores que simplesmente foram adicionando você quando te via online e sabia que você é brasileiro. Outros são conhecidos do Twitter e/ou dos próprios blogs. Tenho jornalistas na minha lista e mais alguns de fóruns, mas fica até complicado apagar alguém. Essa semana, pra adicionar o Neodiniz (editor do Goluck) eu tive de vasculhar a minha listagem pra saber quem era menos relevante e eliminar. Mas aí cria uma situação chata: você chega e apaga um cara (e você é deletado da lista dele) e esse cara descobre e diz: “eu sou menos relevante que fulano de tal? Sacanagem!”. E se você não adiciona alguém essa pessoa fica chateada do mesmo jeito: “bah, não me adicionou, então deixe quieto”. Quem está tentando me adicionar hoje deve ter visto um “esse user alcançou a listagem máxima de amigos” que é no mínimo um balde de água fria (além do tempo que você perdeu ao digitar no joystick o nick do jogador). Aí você chega num impasse e vai chegar uma hora que não saberá o que fazer.

Fico perguntando: será que custaria pra Sony aumentar esse limite? Será que ela vê que isso poderia ajudar a gente com mais conectividade? Ou será que aumentar o número máximo pode ser prejudicial pro desempenho? Quando ligo o PS3 a primeira coisa que eu faço é olhar a listagem de amigos pra ver quem está online (e dependendo da conexão essa listagem demora pra carregar). Dependendo do que eu vejo eu posso escolher algum game que a maioria está jogando e jogar junto. O melhor exemplo é o próprio Burnout Paradise, onde esses amigos podem estar dentro da mesma sala conversando, interagindo, se divertindo (ou não). Se tiver espaço pra mais um, porquê não? Hoje a facilidade de conhecer mais pessoas do mesmo grupo e com os mesmos interesses é enorme (a tal da mecânica de bolhas) e com isso a lista de amigos só aumenta. Hoje to vendo muita gente comprar o PS3 e o Xbox por causa dessa conectividade e do hype que depositamos nisso (no Wii isso é pouco comentado, mas talvez por quê eu não procuro saber…) e é algo bom para nós. Quem tem muito amigo se sente querido também, além de poder ter mais opções de jogatina entre jogadores. Só espero que as produtoras aumente isso no futuro e não criem limitações para as extensões online das amizades que fazemos por aí.

Rodrigo Flausino , , ,

O que será que Hideo Kojima planeja pra 2010?

Acho que todos aqui sabem o quanto gosto e admiro o trabalho de Hideo Kojima, e também sei que tem muitos aqui no Select Game que compartilham minha opinião. Em 2009 o mestre Kojima não lançou game nenhum, mas fez revelações bombásticas e anunciou três grandes games em produção pela Kojima Productions.

Acho que a maioria daqui se lembra o hype que foi acompanhar os contadores e o que seriam os projetos de Kojima, e então ele anunciou que a franquia de Metal Gear continuava muito viva, com Peace Walker e o Rising. Mas não ficou só nisso, também teve o teaser e então o anúncio de que a Kojima Productions estava se envolvendo em uma nova franquia, ao menos pra eles, e anunciaram um novo Castlevania.

Read more…

Sérgio Lopes ,

Diário Gamer 17 – Minha primeira compra do exterior

OK, muitos podem achar bobagem um post gigante comentando da minha primeira experiência de compras fora do Brasil, mas pode acreditar que o relato abaixo será impressionante e, para alguns, chocante. Alguns vão achar inútil, mas fazê o quê! Como estamos num blog, então acredito que não terá problema. Mas a primeira pergunta que vem é: vale a pena importar? A resposta é: depende. Depende do jogo, depende da grana que você pode disponibilizar e depende da sua pressa. Como todo mundo está careca de saber, estamos na era das encomendas de games. Antigamente a maioria comprava em lojas físicas e comércio eletrônico poderia soar como algo futurista. Mas é até complicado falar, já que eu apenas comecei a fazer compras legítimas nos últimos anos. Games só comprava pirata até o final da vida do primeiro Playstation, e já fazem muitos anos. Hoje a situação é bem diferente.

Hoje você pode comprar algo de qualquer lugar do mundo. Tendo um cartão internacional, você pode comprar algo nos EUA e pedir pra enviar pelos serviços de entrega. E eu experimentei na pele como é que realmente funciona os serviços de encomendas de entregas a longa distância. Esqueça os tempos velozes dos sites nacionais, onde eles usam transportadoras ou mandam por sedex. Aqui o buraco é mais embaixo. Aqui você vai experimentar a sensação de fazer uma compra e dela demorar muito tempo ou mesmo nunca chegar. Bom, depois dessa introdução, vamos ao que interessa.

Read more…

Rodrigo Flausino , , ,