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Análise – Metroid Prime Trilogy (Wii)

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Quando a Nintendo anunciou que iria colocar os três capítulos de Metroid Prime em um disco e lançar para os fãs da série, e adaptando o Wii Remote para funcionar nos dois primeiros capítulos da série que eram originalmente para o Gamecube, eu fiquei extremamente curioso para ver como iria ficar.

Então consegui o jogo para dar uma olhada e analisar, vejam a seguir.

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Sérgio Lopes ,

Hands On: PSP Go

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É amigos, este que vos escreve, esteve recentemente fazendo aniversário, e para a minha surpresa, minha esposa, que sempre contribuí para o meu vício me presenteou com um PSP, e não um PSP dos antigos, o novo modelo já, o PSP Go.

Na verdade, quem escolheu o modelo fui eu, ela me levou na loja,  já que não entendia muito bem do assunto, e pediu que eu me fizesse a escolha dos modelos, e como eu acabei escolhendo o PSP Go, vamos aos pontos.

O 1º ponto levado em questão, foi levantado pelo próprio dono da loja, no quesito “destravamento”, como ele disse, o PSP 3000 tem sim o tal destravamento, mas é uma magica pra fazer, e você perde todos os recursos on-line do aparelho, e para alguns jogos mais novos, como o Gran Turismo não funcionava, já o PSP Go não tem. A diferença de preços entre os dois modelos era mínima, e se você pesa o pacote, você tem o PSP 3000 com um cartão de memória de no máximo 8 GBytes, enquanto o PSP Go, já vem com uma memória interna de 16 GBytes, e ainda expansível com cartão de memória, ou seja, até agora pontos para o PSP Go.

Talvez o ponto mais negativo é a ausência de mídia, mas vou comentar sobre isso mais a frente.

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Sérgio Lopes , ,

Análise: Ghostbusters The Video Game (PS3)

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Este game foi muito esperado por mim, desde quando anunciaram a produção dele e acerca de todo o cuidado que tiveram com ele. Desde as dublagens com os atores originais, bem como o script original dos criadores dos Caça-Fantasmas ( Dan Aykroyd e Harold Ramis).

E com certeza posso dizer que o game, um shooter em 3ª pessoa não me desapontou nem um pouco, curti muito mesmo, e vou abaixo descrever um pouco mais deste game.

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Sérgio Lopes , ,

Análise – Indiana Jones and The Staff of Kings (Wii)

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Indiana Jones é um herói icônico que por si só vende games e qualquer quinquilharia que sai a respeito dele. E quando o projeto foi anunciado gerou um certo hype nos fã, apesar de ser um game para a antiga geração, o Playstation 2 e Nintendo Wii.

Apesar do game competir com games como Uncharted (pra mim um Indiana Jone Killer) e Tomb Raider, ele tem seu espaço e quando o game saiu, eu também fã do personagem, peguei a versão para Wii, jogar e dar a minha opinião a respeito do mesmo, que se segue abaixo.

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Sérgio Lopes , ,

Review: DoReMi Fantasy – Milon no Dokidoki Daibouken

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Console: Super Nintendo/Super Famicon
Produtora: Hudson Soft
Ano: 1996
Gênero: Aventura/Plataforma

Sabe quando você vê uma screenshot de um jogo e na mesma hora pensa “eu tenho que jogar isso“? Pois é, foi isso que aconteceu comigo quando vi sobre DoReMi Fantasy – Milon no Dokidoki Daibouken. E bem, foi tiro e queda, o jogo me impressionou de primeira, e vocês vão saber o porquê.

O jogo conta a história do garoto Milon, que teve sua amiga Alisa raptada pelo mago Amon. Ele vai numa jornada para resgatá-la, mas, para poder enfrentar o mago Amon, ele precisa recuperar 5 relíquias sagradas que estão com seus poderes corrompidos graças à magia de Amon. Para recuperar seus poderes, ele precisa de 5 estrelas musicais para cada relíquia, e assim conseguir poder suficiente para enfrentar Amon.

Todo o jogo em si, é muito bonito, e apesar de seguir o estilo cartoon, é bem trabalhado, com sombras e cenários muito bem feitos. As animações são muito bonitas, apesar de simples, são colocadas no lugar certo e da maneira certa, como o cabelo do protagonista, que mexe quando ele corre ou pula. O protagonista, enquanto em standby, também faz poses muito engraçadas.

O jogo é muito ligado á música, e vários elementos são relacionados a ela. Por exemplo, as 5 relíquias necessárias para derrotar Amon são instrumentos musicais, as “moedas” são notas, algumas plataformas tem forma de cimbal de bateria, alguns inimigos tem temas musicais, como a “Partitura Atacante”.

Os controles são bem precisos, e você não terá muita dificuldade de controlar o jovem Milon, pois, assim como na maioria dos jogos de plataforma, não é necessária muitas firulas, é apenas um botão pra atirar, outro pra pular, e segurando o botão de tiro, Milon corre.

O jogo apresenta vários minigames, estranhamente, todos ligados a pássaros, mas que, apesar de bem simples, são também muito divertidos.

O som é simples, nada de muito especial, e bem infantil, combinando bem com o estilo visual do jogo.

Enfim, esse é um must-have da era 16 bits, e também é um exemplo de como jogos simples podem ser bastante divertidos! E com certeza, será um dos jogos que eu importarei quando comprar meu Super Nintendo =)

Gráficos: 5
Som: 3
Jogabilidade: 4
Diversão: 4
Replay 4

Nota Final: 4,5
A nota final é baseada em uma média ponderada desse 5 fatores, sendo composta: 15% para cada entre Gráficos, Jogabilidade e Som, 25% para Diversão, e 30% para Replay. Os valores das notas vão de 0 à 5, sendo 0 o pior e 5 o melhor.

Screenshots:

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Cainã Costa , , ,