Heroes of The Storm Screenshot

A história dos MOBAs começou com DOTA. Também conhecido como Defense of The Ancients, a modificação mais famosa de Warcraft 3 praticamente inaugurou um novo gênero, um gênero com milhões de fãs espalhados pelo mundo e temos diversos representantes de peso, como o DOTA 2 (da Valve), o Heroees of Newerth e o popularíssimo League of Legends (quem esteve na Brasil Game Show sabe do que estamos falando, dos campeonatos televisionados, a torcida dos jogadores e a estande monstruosa da localidade). Mas enfim, a Blizzard não ficaria atrás e alguns anos atrás também anunciou a sua “versão de DOTA”, que ganhou o nome de Blizzard All-Stars (além de ter entrado em acordo com a Valve quanto ao uso da marca DOTA) e agora é chamado de Heroes of The Storm.

Desenvolvido com o motor de “StarCraft II”, “Heroes of The Storm” preserva muito da mecânica do mod original: 2 times de heróis lutam para avançar em um único mapa, até conseguir colocar abaixo a base do time rival.

Os heróis são acompanhados por pequenas unidades geradas automaticamente e por torres de defesa que protegem as estradas para as bases. Ao derrotar inimigos o herói ganha dinheiro e acumula experiência. Ao subir de nível, pode escolher novos poderes ou fortalecer um poder já existente.

Até o momento foram reveladas 4 classes: Tank (“que aguentam muito dano e formam a linha de frente da batalha, tanto nas investidas quanto na hora de defender a base”), DPS (“danos por segundo”, não tão resistente como os tanks, mas que são mais ágeis e servem para causar o máximo de dano possível), Support (“personagens de apoio com poderes de cura e de amplificar habilidades”) e Siege (“devastadores no combate a distância, ideais para destruir as torres inimigas, facilitando o avanço das tropas”).



Hoje, praticamente na surdina, a empresa divulgou a primeira Artwork oficial, contendo alguns dos campeões que estarão no jogo:

Heroes of The Storm - Artwork - Personagens

Da esquerda pra direita, de baixo para cima tem o Arthas Lich King, Chen Stormstout (o Pandaren), a Silvana Correventos (chefe dos “mortos-vivos” no World of Warcraft), provavelmente o Stitches, um Witch Doctor (classe de Diablo III), o próprio Diablo (no centro), Illidan, a Nova e o Jim Raynor, de Starcraft 2.

Ainda não está claro quanto ao seu sistema de distribuição, e o meu palpite inicial é do game ser lançado no mesmo esquema do League of Legends e DOTA 2: jogo gratuito, pra PC/Mac e com sistemas de micro-transações, tanto de ítens quanto de skins/roupas para os personagens. Também seria bem interessante o lançamento para a próxima geração (PS4 e Xbox One), mas os MOBAs ainda são melhores no PC, apesar da Warner ter feito um início mais tímido com o Guardians of Middle-Earth. Vamos esperar pra ver!

[Com informações do UOL Jogos]