Após matutar um pouco sobre uma coluna de Heavy Metal progressivo/melódico aqui no site (mentira, decidi fazer algo mais curtinho/meio sucinto mesmo!) decidi iniciar com algumas descobertas do dia e das últimas semanas no segmento. Claro que eu posto muito mais sobre isso no meu Facebook oficial, com vídeos diversos aleatórios, mas ainda penso se abro esses posts de música pro público, só que isso pode gerar afastamento de quem não curte o estilo, incluindo as minhas pretensões amorosas quando eu for alvo de investigação das pretendentes do Tinder e similares!

(mas acho que não deveria me preocupar tanto com isso)

Com isso em mente (ou não!) decidi estender isso por aqui com colunas regulares, mesmo este site sendo de videogame/cultura pop. Não prometo regularidade, mas como escuto muita música (obrigado Spotify Premium!) isso acaba facilitando, principalmente pra descobrir novas bandas.

 

Mas vamos lá! Esta semana, como sempre, as descobertas da semana estavam muito mais para aquele heavy metal agressivo/gutural que não curto (o algoritmo é estranho…), com poucas opções para quem prefere vocais limpos. Na mistureba da semana acabei relembrando do Leverage, uma banda de power metal da Finlândia que teve poucos álbuns lançados e sumiu do meu radar tem alguns anos. Eles lançaram um single este ano, mas eu recomendo mesmo partir direto pro profile da banda: os álbuns Tides e Circus Colossus são bons, onde destaco as músicas “Superstition”, “Wolf and The Moon”, “Revelation” e “Fifteen Years”

Eles chegaram também a lançar o álbum “Blind Fire” em 2008, que não está disponível no Spotify. Na Amazon tem apenas algumas cópias físicas e com isso fica difícil escutar esse CD legalmente, que também tem algumas músicas legais (a Stormchild é espetacular!). Mas eles lançaram na época o clipe da Mister Universe, uma música com ótima sonoridade pra quem curte o estilo:

Outro clipe antigo deles, da Wolf and The Moon:

Mas a descoberta do mês é, sem sombra de dúvidas, o Borealis. Com uma pegada relativamente mais agressiva e ótima sonoridade (meio difícil pensar numa associação com o Evergrey, mas a temática do Evergrey + vocal do Tom S Englund é difícil de associar com eles, é diferente!), a banda canadense me surpreendeu e eles estão lançando um novo álbum esta semana, em 23 de março. Espero que eles disponibilizem no Spotify o novo álbum, mas como os anteriores estão liberados, recomendo escutar agora!

Os álbuns Purgatory e Fall From Grace são excelentes, mas acabei preferindo mais o primeiro, com destaque para as músicas “Past The Veil”, “The Chosen One”, “Destiny” e “My Peace”. Já o álbum World of Silence MMXVII é uma versão refeita do álbum de mesmo nome lançado em 2008, mas com uma pegada mais agressiva, e até que o resultado ficou razoável.

Melhor banda que escutei recentemente, desde o Vanden Plas

Para finalizar a primeira coluna, outra recomendação foge “um pouco” do power metal/progressivo, indo para uma sonoridade parecida com a do Soilwork. O Silent Descent tem vocais limpos e mais agressivos, sendo alternados com aquele estilo de death metal melódico que muitos estão acostumados a escutar, aliado a com guitarra/teclados bem trabalhados.

Uma das músicas traz a participação de Bjorn Speed Strid, que é o vocalista do Soilwork. Curti bastante o álbum Turn to Grey, lançado ano passado:

Agora o clipe com a participação de Bjorn é bizarro. Muito bizarro, e a imagem de prévia do player abaixo já mostra isso:

Véi

Espero que tenham gostado da coluna, não sei se pretendo fazer reviews de álbuns completos ou algo mais sucinto, por não ter experiência com isso. Críticas e sugestões construtivas são bem-vindas! De qualquer jeito devo recomendar diversas bandas por aqui, além de tentar melhorar as minhas playlists. Se quiser uma prévia (ou não!) das próximas colunas, clique aqui!

[Foto de topo via Metal Rules, da banda Borealis]