Continuando a eterna luta dos troféus e de relatar por aqui nesta coluna, vamos a 2 games. Para começar, PixelJunk Shooter 2 no início do “Capítulo 5”. Escolhi uma fase aleatoriamente das que tinha disponível (o game não é tão linear) e encontrei outra inovação: um inimigo indestrutível, que mais parece uma lâmpada e que solta uma sequência enorme de raios. Teve uma hora que fiquei encurralado e não sabia o que fazer, até ter a brilhante ideia de usar o gancho e ver que eu poderia usar o inimigo como uma “alavanca”. Ele parou de usar os raios, eu ganhei o troféu e consegui ganhar algum conhecimento para outras ocasiões. Com certeza verei o inimigo mais vezes em outras fases.



A aparência da “lâmpada” de raios

Então passou alguns dias e chegou o meu meu cartão internacional. Fiz um teste de compra na PSN Store brasileira, a minha mãe me perguntou se tinha algum game casual para comprar para ela. Acho que ela estava cansada de ficar apenas jogando Zuma ou Peggle, os melhores games casuais que já cheguei a adquirir na PSN. A primeira alternativa era o Tetris, por ser um “game universal” e por ela ter tido contato com os “brick games”, aqueles aparelhos que são vendidos em camelôs e lojas de brinquedos:

A versão do PS3 tem algumas adições legais: multiplayer, podendo enfrentar outros jogadores, Challenges, para tentar “bater” um replay de algum amigo da PSN e Variants, contendo modos de jogo insanos. Um deles é o Flashlight, onde a peça tem uma “lanterna”, onde o resto da matriz está na escuridão total. O único jeito de ver o tabuleiro todo é apertar o botão “CIMA” do direcional digital, fazendo com que a peça caia na hora no “chão”.

Também andei batendo alguns recordes dos leitores no modo Marathon e vi que fazer 100% dos troféus será praticamente impossível para mim, por conta dos troféus de terminar todas as variantes no nível 15. O jogador tem de ter raciocínio muito rápido para conseguir triunfar no último nível de velocidade que o game oferece. Pelo menos o Tetris vai virar uma diversão sem compromisso.