Phantom – Um chefe de respeito

Vamos à terceira edição do Diário Gamer 3, a série de posts onde posto relatos dos games que acabo jogando invariavelmente. Apesar de muitos não gostarem de posts-diarinho, pelo menos tento deixar o mais profissional possível, com imagens e opiniões a respeito desses momentos (um deles até rendeu um estudo de design no GamedevBR!). O deste atende por um nome: Devil May Cry!



Bom, este é um post-atrasado, já que faz algumas semanas que eu joguei esta parte, mas decidi acelerar o processo, já que os próximos posts do Diário Gamer serão dedicados a um game em especial…

Voltando: pode-se dizer que Devil May Cry é um game mediano, já que como eu joguei o God of War antes, não dá para comparar estes dois games: o da Sony é muito melhor, apesar de que é uma comparação injusta, já que o game da Capcom foi lançado antes. O estilo é praticamente o mesmo: ação em 3D. Conversando no MSN com o Tiago Frossard, ele disse que os produtores classificaram o game como 3D Stylish Action, o que é bem interessante: um game de ação com estilo. Como o Tiago disse na análise de character design do terceiro game, o Dante, personagem do game, tem estilo e isso é mostrado até a parte onde cheguei: o cara parece que se gaba dos oponentes!

O maior problema do jogo é a sua dificuldade: prepare-se para um game realmente difícil. Quando joguei e cheguei no primeiro chefe (um escorpião-aranha bem bizarro, surreal e muito bem criado pelos designers de monstros do jogo. Se chama Phantom) eu RALEI. Derrotar ele foi bem difícil, fora que todas as vezes que morria eu tinha de voltar no Load Game por causa do ítem de recarga de energia (que você adquire comprando nas transições das missões e o dinheiro é adquirido matando os oponentes e destruindo alguns cenários), já que eu poderia apenas carregar um deles comigo. Se você usa, morre e depois ressuscita (usando outro ítem), você perde o ítem de cura e matar esse monstrego na raça não é pra qualquer um!

Dante de frente pro Phantom: pode vir com tudo!

Beleza, derrotei o bichano e fui embora. Voltei para um corredor e depois de alguns passos ele vem de novo pra cima de mim. Entrei numa porta e cheguei numa fonte, onde eu iria usar um ítem para tirar um campo de energia de lá. Executei essa tarefa e apareceu uma cabeça de leão. Destruí a mesma e encontrei alguém mais forte do que a aranha.

Um tipo de tigre dentes-de-sabre preto, emanando uma aura azulada e cheio de raiva. Bem estiloso, mas muito, muito difícil.Acho que oi cara que desenvolveu este monstro pode ter estado de mau-humor naquele dia, já que a carga de dificuldade foi IMENSA!

Shadow – Isso sim que é inimigo FODA de matar!

Tento ir na porrada (espadadas) e nada. Vou na base da bala, e consigo fazer aparecer uma bola perto dele. Descobri pela internet que você tem de ir nos tiros e quando ele virar esta bola você tem de ir na base da espada. Ainda assim ele é difícil. Muito difícil! Parei nele, já que acabei perdendo um pouco a paciência com o mesmo.

Como hoje não sou mais um gamer hardcore (fico na transição) o jeito é ir jogando outras coisas ou fazendo outras atividades, até ter mais vontade de jogar o game para conseguir passar por mais esta etapa. Diferente do God of War, onde, mesmo com chefes difíceis eu tinha uma vontade imensa de continuar jogando (e com isso conseguia passar pelos chefes, mesmo sendo bem difíceis), em Devil may Cry é apenas uma diversão básica, sem compromisso. Apesar da ação do mesmo ser bem elevada, não gostei muito do jogo. Vamos ver se futuramente eu consigo matar aquele monstro para continuar a jogar e quem sabe terminar o mesmo.

[Créditos das imagens: Devil May Cry – Neoseeker Portal 01 e 02 e koolkat morley]







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