É difícil estimar quanto tempo eu fiquei longe do “Guild Wars 2“. Eu parei de jogar praticamente no início da Season 2, onde eu optei por “dar um tempo” por conta de não ter mais os “eventos temporários de enredo” que tinham anteriormente na Season 1, com toda a guerra contra a Scarlett. Sem a pressa costumeira em pegar conquistas durante 15 dias (antes deles trocarem o evento), acabei ficando longe do jogo, e agora com a expansão “Heart of Thorns“, aliado a querer dar um tempo no “World of Warcraft“, decidi dar mais uma chance ao jogo.

Primeiro que decidi ficar a minha progressão na minha Ranger. Como tenho uma Elementalist também no nível 80, a questão de ter um pet a tiracolo acaba sendo um motivo mais forte para a Elementalist ficar mais como uma personagem de suporte. E por ela ter o “Artificer”, então fica mais fácil ir pegando as Agony Infusions, uma gema especial e um dos componentes necessários para conseguir sobreviver nos níveis mais insanos das Fractals of The Mists, as dungeons mais desafiadoras do game, e com 50 níveis de dificuldade.

Mas decidi jogar de maneira cadenciada e fazendo coisas fáceis de início. Primeiro que decidi vasculhar melhor como estavam os meus níveis de crafting, e como o “Leatherworking” estava num nível mediano, comecei a craftar algumas armaduras e voltou na lembrança as manhas para conseguir níveis mais rapidamente, ao descobrir novos equipamentos com a combinação “aleatória” entre eles. Claro que não é só aleatório, mas segui um padrão simples, como criar uma Insígnia comum, criar as 2 peças de uma bota, craftar a bota completa, criar a segunda insígnia diferente, fazer 2 peças da bota e fazer outra bota diferente, vendendo elas na casa de leilões. Algumas vezes eu optava por destravar a skin do equipamento para futuros “transmogs”, e outras vezes eu vendia os equipamentos quando via que ele custava uma boa grana na casa de leilões (como alguns equipamentos exóticos).



Também redescobri que, para conseguir avançar bem nessa parte, vai uma boa grana junto. Como tenho interesse em craftar os equipamentos Ascended, chegar até 450 é uma tarefa não muito árdua, mas que leva tempo, e consome muito dinheiro. Por ter jogado muito o game anteriormente, tinha juntado muitos reagentes, e foi a hora de usar quase tudo que eu tinha.

Com isso, cheguei a 455 e já comecei a me livrar um pouco das “Bloodstones Dust”, aquela “poeirinha” que muitos jogadores tem aos milhares guardado. Sim, milhares! Eu descobri que eu tinha mais de 3500 Lusts, e decidi começar a me livrar delas ao criar as “Bloodstones Bricks“, os “tijolinhos” que serão necessários posteriormente para craftar os equipamentos Ascended. Só que essa tarefa ainda deve demorar um bocado, isso se eu mantiver um ritmo lento de progressão.

Guild Wars 2 - Ranger Hunter with white dress

Também decidi relembrar o PvP, e não é que eu peguei um grupo forte e venci a primeira batalha? Chega a ser engraçado perceber que eu não preciso tanto das habilidades mais avançadas da classe, mas acho que é mais uma questão de costume e de voltar a usar com mais frequência, como os 5 tiros que deixam o oponente sangrando por um período de tempo. Com o novo sistema de reward tracks no PvP, habilitei a rota da dungeon de Arah, e joguei algumas partidas, vencendo algumas e perdendo outras, como acontece normalmente.

Também foi aqui onde caiu a ficha das modificações que deixaram o game mais ágil em algumas mecânicas internas, como a mudança do funcionamento das conquistas diárias e o “prêmio diário” que você consegue quando loga na primeira vez ao dia. Por ser um prêmio diário, percebi que o jogo poderá fornecer algum item “ascended” durante o mês, e ando pensando em ficar de olho nesse quesito. Já as conquistas diárias, o jogo ficou bem mais maleável e menos engessado. Como seria mais fácil matar guardinhas no “World vs World” e partir pro PvP pra matar alguns jogadores (diferente de caçar um grupo pra matar o Fire Elemental, um dos chefes de mundo mais conhecidos dos jogadores) então acabei indo pra guerra no PvP e no World vs World. Neste último, acabei ficando mais na Edge of The Mists, encontrando o grupo/zerg de jogadores e cumprindo alguns objetivos a esmo pelos mapas junto com o povão.

Por fim, eu ando querendo continuar a Season 2 e voltar a fazer mais as Fractals of The Mists, fazendo 1 sequência por dia e recomeçando nos níveis mais baixos, para não sofrer muito e voltar a me habituar com a jogabilidade. Por ter me reacostumado com o “World of Warcraft”, chega a ser engraçado ver que o Guild Wars 2 tem uma resposta relativamente “mais lenta” para executar certas habilidades, apesar do game ser mais dinâmico de maneira geral. Também tem a sequência básica de enredo, que eu nunca fiz direito por sempre fazer outras coisas, e acabei evoluindo os meus personagens por outras maneiras, como o World vs World, acelerando o processo para chegar no nível 80. Vivenciar o enredo padrão irá me trazer mais informações de Tyria, me deixando mais preparado para comentar melhor sobre o game por aqui posteriormente.


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