Metal Gear Solid 2

Finalmente! E no barro (ou seja, de surpresa), comprei um dos melhores jogos já criados. Metal Gear Solid 2 – Son’s of Liberty. E até a estória para conseguir o game é engraçada: algumas semanas atrás, numa quinta feira, por conta de um imprevisto, eu fui “almoçar fora” e fui no restaurante de um colega. Depois do almoço, decidi ir embora, e na rota, eu passei pela locadora e consegui encontrar o game lá para compra, e por sorte encontrei a versão americana do game.

Não adianta: eu não comprei o videogame por causa do Final Fantasy XII. Não comprei por causa dos seus muitos games e de sua retrocompatibilidade com o Playstation 1 (PSOne). Eu comprei por causa desse jogo. Foi por causa do Metal Gear! Deste Metal Gear! Esse era O game que eu mais queria jogar na vida. Quando eu tava na faculdade, eu salvei num CD de dados vários vídeos e imagens. Eu ainda tenho essas imagens armazenadas no PC. Tenho alguns vídeos e tenho algumas músicas (que na época que tive sorte de pegar de um site que ripou as músicas).

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E vamos começar com a análise inicial do jogo: cena de abertura e aquela cena entre a inicialização do jogo e a tela inicial (Press Start Button). Veja o vídeo:

A cena de abertura é foda! Foda, foda, e foda! O Snake saltando da ponte usando a técnica de bungie jump (e ele invisível!) para entrar no navio é impressionante! Assista o vídeo da abertura, pois ficar falando não vai mostrar o tão fodástica é a cena:

Durante a cena de abertura é apresentado os personagens principais básicos do enredo (que é considerado um dos melhores enredos da história dos videogames): Solid Snake, o exército de um homem só e o seu ajudante, Hal Emmerich, mais conhecido como Otacon. E pelo que percebi no enredo inicial o Snake não é mais militar (mas como eu sou péssimo em inglês, eu posso estar errado), e o Otacon é o único ajudante do cara (mas como no vídeo do Metal gear Solid 4, a Meryl ainda está viva, então os dois sobreviveram juntos à explosão da base no primeiro Metal Gear. Quem jogou o primeiro jogo (tem spoilers aqui!) sabe que o game tem dois finais diferentes, um salvando a Meryl e outro salvando o Otacon).

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

Passada as cenas iniciais (com direito ao Ocelot falando algumas coisas que só no modo “Captions On” (legendas ativadas) consegue saber as suas frases com precisão), e a conversa inicial com o Otacon, comecei o jogo propriamente dito. E um novo reaprendizado.

Normalmente, o jogo é visto de cima, similar ao primeiro Metal Gear, e o nível gráfico impressiona! Olhe para o mar e veja a cidade ao fundo! Fora os gráficos normais, tanto do Snake quanto dos oponentes. No Metal Gear 1, se você olhasse para uma parede, iria ver um monte de quadradinhos, e neste não! Um bom trabalho de textura e iluminação! Mas também estamos falando do Playstation 2!

A jogabilidade é um pouco difícil no começo, mas depois você acostuma! Inicialmente, os comandos básicos são: O direcional analógico da esquerda é o básico para se movimentar. O da direita, caso você esteja em posição normal (numa área livre, em pé), não serve pra nada (eu ainda não descobri algum comando útil nesta situação), mas você pode ficar de costas para uma parede (chegue perto dela e se aproxime). Nesse caso, o direcional serve para movimentar a câmera para os lados (de acordo com a posição do direcional). O direcional digital serve para se movimentar, mas você pode andar mais devagar (com aquele lance da sensibilidade. Pressione devagar os botões e o Snake vai andar). Eu particularmente uso o direcional normal em situações onde você vai querer encostar em uma parede, para chegar perto de um desvio.

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

O botão quadrado serve para enforcar (caso consiga catar o cara por trás) e carregar o corpo. Se você aperta muitas vezes (e até esta parte é meio cômica) depois que o cara foi nocauteado/morto, o Snake fica jogando/pegando os corpos. É útil para catar os itens dos guardinhas. O Círculo serve para lutar corpo-a-corpo (socos, chutes, etc). O botão X (do controle) agacha (e se você se movimenta, ele anda rastejando. Nesse ponto eu considero o Splinter Cell melhor (mas o Sam Fisher não anda rastejando! E seria cômico ver ele rastejando também no Splinter Cell!).

R1 serve para ver em primeira pessoa (e o L1 só serve para movimentar as fotos usando a câmera. e para tirar uma foto, aperte Quadrado, mas você tem que tomar cuidado e não tirar uma foto por cima). L2 e R2 abre os menus de itens/armas (quando você deixa pressionado).Se apertar rapidamente, eles habilitam/desabilitam os itens atuais. Por fim o Start pausa o jogo (meio óbvio) e o Select leva pro Codec (onde você conversa, salva, etc etc). E o triângulo serve para, se o Snake estiver perto de um corrimão (por exemplo, acima de onde o Snake está pendurado), ele dá um salto e se dependura no chão. O Snake é fodão! Fora que se você aperta novamente nesta situação ele volta num novo salto espetacular! E enquanto ele está pendurado, aparece uma barra de cansaço!

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

Ao jogar, vi também que o game possui algumas coisas bizarras e engraçadas. A primeira é que, um tiro na cabeça dos caras, não mata! Achei isso meio irreal, mesmo o Snake com uma arma de verdade (salvo se a munição não é letal…), então nesse caso eu terei de matar os oponentes na base da enforcada! Eu me lembro num dia que o meu irmão estava jogando o Metal Gear Solid original (já faz alguns anos) no Playstation, e falei: Enforca o cara! E ele disse: Vou levá-lo pro escurinho! Heheheheheh. Ou mesmo você pode ver o seu irmão jogar e dizer: “Hummm, catando o cara por trás!” É claro que é zoeira, mas que é engraçado, é! E o lance da barra de cansaço (quando está dependurado) eu achei bem realista!

Outra coisa interessante é colocar o guarda num armário. O Splinter Cell deveria ter isso também.

Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty

Todos os elementos do Metal Gear Solid original estão presentes: os itens básicos, os pontos de interrogação e exclamação nos oponentes, e outros. Mas o pior é o meu irmão, que, quando eu estava digitando parte desta análise, ele começou a zerar este Metal Gear no Hard e com a opção: Se for visto, é Game Over na hora acionada! Oras, como eu ficava rindo quando ele era descoberto e dava game over automático! Fora os vacilos dele (como um quando, perto dos lasers (depois que você enfrenta a Olga. Ou mesmo antes. Fica num andar onde tem uma espécie de refeitório e uma câmera) eu mandei ele usar o Thermal Googles (que pega depois de enfrentar a chefe) para ver onde estavam os lasers, e ele não usou e em seguida tentou saltar por cima! Na hora a gente achava que os lasers estavam perto do chão! Faça isso quando chegar nesta parte (e não converse com o Otacon!)! Garanto que você verá algo muito fera! Heheheheheheh. E não me xingue depois!

E olha que, quando cheguei nesta parte (e eu passei por outro caminho), eu acabei achando uma sala secreta (que ele não tinha visto), e quando eu estava lá dentro, um carinha entrou e começou a dormir lá! Em pé! Outro momento ímpar foi ver o Snake sendo perseguido por um monte de pernilongos (sim, vi um monte deles por aí), mas pareciam umas aleluias (um nome popular. Mas é um monte de insetos voando!).

Outra coisa interessante é quem, em cada nova área que você entra e salva, o Otacon fala um texto diferente (na primeira vez ele cita “Os Três Mosqueteiros”, e depois, ele cita outras coisas, como provérbios, estorinhas, etc.

A parte musical do game também é um show a parte e é muito fera!

Resumindo, um jogaço (pelo menos até onde eu vi!)! Recomendo jogar ele, e recomendo assistir as cenas e tentar entender seu enredo. A maior parte dos jogadores curtiu o jogo (tem sempre aquelas exceções, mas…), fora a sua estória impressionante! E desta vez eu vou pegar as falas do jogo e traduzir elas. Pelo menos poderei melhorar o idioma!







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