Final Fantasy XIV Personagens e Montarias

Depois de uma semana insana no trampo normal, o final de semana será mais para descansar e tentar jogar um pouco, diferente do final de semana anterior que joguei apenas umas 3 horas na madrugada de sexta pra sábado. Novamente o “game da vez” é o Final Fantasy XIV. Com a terceira fase do beta chegando ao fim,  e a provável possibilidade do personagem não poder ser usado na fase 4, então eu perdi um pouco a vontade de jogar o beta com mais afinco. Quando jogo MMOs, eu gosto de construir um personagem “eterno”, podendo ter uma progressão de aventuras que possa, também, gerar histórias interessantes nas redes sociais e por aqui. Claro que, na prática, eu não faço muitos comentários e posts relacionados, mas sempre tenho a intenção de comentar, aqui nesta coluna e em outros posts, as minhas progressões nos games. Com um personagem temporário, não faz muito sentido “investir diversão”, pelo menos nesse tipo de jogo (diferente dos jogos normais que tem começo, meio e fim, onde eu enxergo também uma oportunidade de fazer análises e postar opiniões relacionadas também!). Por ser um beta também, isso é era pervisto (de certa forma), mas os personagens criados na fase 4 poderão ser “migrados” para a versão final, o que acaba servindo também de “demonstração” para o jogador decidir se vale a pena ou não adquirir o game.

Ainda sobre o Final Fantasy XIV, pelo menos eu consegui vencer o Masked Mage, no final da quest “To Guard a Guardian”. Foi a luta mais difícil do game até aqui (na faixa do nível 15), pois tive muitas “mortes” na luta por conta de um inimigo bem poderoso que o mago invocava, o que gerou um pouco de frustração. Por usar uma classe focada em ataques (um Archer/Arqueiro), eu não poderia usar magias de cura, e por isso tentava recuperar a energia com potions, mas até nessa parte é complicada por ter um cooldown de 1 minuto, o que é tempo demais para poder sobreviver numa luta desse porte e poder usar mais Potions. É a mesma lógica normal do World of Warcraft: nas “instâncias”/dungeons tem de ter um healer para recuperar a energia dos demais jogadores, e pelo que eu entendi ao acompanhar as impressões dos jogadores no Neogaf, aparentemente é possível trocar de classe no jogo, mas eu não cheguei a testar essa opção a fundo. Quanto à luta contra o Masked Mage e seu ajudante, depois de tentar entender algumas dicas que eu li em diversos fóruns, decidi ficar circulando o oponente, até aparecer 2 NPCs secundários pra me ajudar na luta, com um deles sendo um curandeiro, recuperando toda a minha energia e ajudando a encerrar o combate.



Neste final de semana devo jogar mais um pouco do game e tentar fazer as quests principais. Um detalhe interessante aqui é que o game sinaliza quais são as quests “de enredo” (main quest), tendo uma progressão uniforme igual aos RPGs normais. O World of Warcraft também tem quests de estória e outras que são habilitadas após completar uma quest específica, mas o game não sinaliza uma rota linear para o jogador seguir desde  início, deixando muitas opções para o jogador. Com a quantidade enorme de quests do jogo, acaba sendo mais prático fazer as dungeons pelo sistema de dungeon finder para evoluir o personagem, para depois entrar nas raides (que são mais lineares). Engraçado que quando um game é linear demais a gente reclama, quando é aberto demais também, mas pelo menos os produtores poderiam dar a opção do jogador fazer as quests na ordem definida pelos roteiristas e indicar onde está a progressão do enredo do personagem, além de ter informações internas que possam deixar o jogador mais informado quanto ao andamento da estória principal. Isso sem precisar depender de wikis e outros sites de internet.

E você? Vai jogar algum game neste final de semana? Deixe o seu comentário!







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