Depois de um Carnaval regado a games de tiro (onde andei esboçando um artigo sobre a questão dos games do gênero estarem fáceis demais…) eu volto à Roma para assassinar mais gente, em Assassin’s Creed: Brotherhood. Desta vez acho que irei direto pro multiplayer, e espero que seja mais fácil encontrar gente do que na época do beta, onde cheguei a passar mais de 10 minutos esperando entrar numa sala. Acredite: 10 minutos é uma eternidade se não tiver nada pra fazer num videogame. E para aproveitar o post (onde posto mais informações informais) eu achei duas imagens interessantes dos personagens do multiplayer e suas respectivas armas; e uma mostrando o sistema de levelling (evolução) dos personagens:



Caso eu não tenha sucesso em conectar no online, volto ao single, para continuar as sidequests dos viewpoints e das torres de vigia Borgia.

Junto com o Assassins Creed, eu voltei a jogar o Dragon Age: Origins. Dois fatores foram primordiais: o primeiro é saber que o dono da locadora comprou o game para locação e tenho interesse em alugar. O segundo é saber que estou conseguindo avançar no enredo na “Cidade dos Lobisomens”, sem precisar passar por um inimigo poderosíssimo que aparece quando a gente perturba umas tumbas na Brecilian Forest, que fica entre a cidade dos lobinhos e a vila dos elfos Dalish. Também andei revendo os meus equipamentos, naquela atividade clássica (e maçante) dos RPGs, onde você compara os equipamentos que você tem, testa trocar para esvaziar o seu inventário, e fica comparando com os equipamentos disponíveis com o vendedor-elfo, para saber se compensa comprar e depois vender o que ficará ultrapassado. Nesse ponto, o Dragon Age é mais evoluído que em games como o Final Fantasy XIII e Demon’s Souls. No Demon’s você acaba acostumando com uma arma logo no começo e vai melhorando ela, com os upgrades numéricos, onde no final das contas a arma fica tão boa que você não pensa mais em trocar.

É até engraçado: no RPG da From Software eu andei farmando para chegar a 30 de status de Strange para poder usar a Meat Clever, a espada gigante que eu andei pegando quando a tendência do mundo estava em Pure White, mas ela é tão fora de mão pro meu personagem atual que eu acabei voltando pra outra que eu tinha (uma Kilij curtinha), já que eu tinha perdido parte da desenvoltura.

Meat Clever

Nesse ponto o Demon’s é mais evoluído que o Dragon Age, pois você vê logo de cara como que fica o manejo da arma, já que no Dragon Age isso é pouco percetível na jogabilidade e os equipamentos só podem ser usados se determinado status estiver cumprido (como uma espada necessitar de 16 de Strenght). o Demon’s também tem essa característica, mas você pode equipar a arma sem ter o status e ver o seu personagem não usar ela, ou ver que uma espada pesada equipada tira a habilidade do jogador poder correr. Nessa parte o game dá um show!

Já o Final Fantasy XIII, apesar da quantidade enorme de armas, não tem tanto trabalho, já que o game segue a lógica de que você só vai encontrar armas mais poderosas e vai trocando elas com o passar da aventura, fora que depois que você evolui uma arma no RPG da Square as outras ficam inúteis. Acessórios então é a mesma coisa, onde mum universo de trocentos acessórios na maior parte do jogo você usa equipamentos que aumentam o seu HP e acessórios que aumentam as chances de você conseguir ítens mais raros no final da batalha.

Junto com os games citados, ainda tem os do Move, onde no momento ando brincando de bloquinhos em Tumble, um dos games mais interessantes para se jogar com o Move, apesar da qualidade gráfica ser simples. Também tem o Top Darts, onde você tem de jogar dardos no alvo, mas achei a jogabilidade bem difícil, mesmo com o PS-Move.

E você? Vai jogar que game(s) neste final de semana?

[Imagem de topo via Baixaki Jogos]







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