Adquiri mais um game (e com isso vou demorar para terminar o Splinter Cell – Chaos Theory): Final Fantasy X, o primeiro Final Fantasy da geração do Playstation 2. É claro que é difícil avaliar as primeiras horas de um Final Fantasy, principalmente quando você joga primeiro o Final Fantasy XII, que, em teoria, é melhor do que o X, tanto na parte gráfica quanto no sistema de jogo.

Também, falar de Final Fantasy é difícil, já que este game possui muitos fãs, e falar qualquer coisa pode gerar discussões. De vez em quando é bom arriscar 😛

Neste caso vou fazer um pouco diferente e pegar algumas frases da análise do game no UOL Jogos, para complementar um pouco este post.



Basicamente, o game quebra aquele paradigma New Game – Animação em CG (animação 3D). Tudo bem que neste caso eu to comparando com os Final Fantasy anteriores, e isso já é um baque para quem não está acostumado (posteriormente em Final Fantasy XII voltou ao velho esquema de assistir uma animação em CG logo de cara). O início é um pouco estranho e mostra alguns personagens, como a Yuna (uma das personagens mais gatas que já vi nos games! Mas não comprei o game só por causa dela). Depois, o game vai para outro momento, onde Tidus, o personagem principal, está próximo de entrar num jogo estranho, já que ele é um atleta. Durante a partida (e aí entra uma cena CG, que a Square-Enix consegue criar muito bem 😀 ), aparece uma bola gigante, feita de água (???), que começa a destruir a cidade.

Sinceramente, eu não entendi muito bem esta parte do enredo do game, e recomendo jogar o próprio para você tentar entender, já que tentar explicar com palavras o enredo do mesmo (pelo menos o início) é complicado, já que você pode não entender só lendo esta análise inicial.

Depois de mais alguns acontecimentos no game (onde você enfrenta algumas batalhas), você acaba sendo arremessado 1000 anos no futuro. Segue um trecho do UOL Jogos:

A história é simples: você controla Tidus, um esportista profissional de um mundo tecnológico que é arremessado por uma figura misteriosa para 1000 anos no futuro – onde tudo que ele conhece foi destruído. Junto com seus novos amigos ele deve descobrir mais sobre a terrível ameaça Sin, e descobrir mais sobre seu pai. Talvez o maior choque seja a narrativa em flashback: o jogo começa em um ponto avançado, e tudo que os protagonistas fazem é acompanhado pela narrativa de quem já sabe de toda a história. Isso apenas confirma a tendência da série, que cada vez se concentra mais na parte não-interativa do que no jogo em si – cabe a você decidir se isso é o que você esperava ou não.

Vamos falar então da parte técnica do game. Graficamente, o game é muito bonito, e era o que eu esperava de um game desse tipo, considerando a época do seu lançamento. Já o sistema de batalhas, até onde eu vi (cheguei até a parte onde o game explica a Sphere Grid) é o clássico sistema de turnos, presente em outros Final Fantasy, com os personagens parados nas batalhas, esperando a sua vez de agir (mas, pelo que percebi, não tem aquela barra de tempo).

Já a câmera apenas acompanha o personagem, e varia um pouco a sua posição. Nesse caso, fiquei com falta do estilo presente em Final Fantasy XII, onde você poderia girar a mesma, aumentando a diversão (e deixando a jogabilidade e a mecânica de jogo mais fácil).

Os efeitos sonoros são um show a parte. Uma das coisas mais lembradas pelos jogadores de Final Fantasy é a sua música, e neste caso elas, até onde eu joguei, estão satisfatórias e na maior parte das vezes se casa perfeitamente com o cenário do jogo. Já as falas, elas são quase todas faladas (para quem está acostumado não é novidade nenhuma, mas na época deu uma boa impressão), mas é estranho ver elas como se fossem uma legenda de um filme, e achei que o game seria similar aos anteriores, com os balões na tela.

Pelo que andei lendo na análise do UOL Jogos, não tem mais o sistema de experiência. Você ganhará APs nas batalhas, mas como eu ganhei em apenas uma batalha (não joguei o game inteiro!), nem percebi isso direito. E esses APs servirão para destravar habilidades na Sphere Grid. Para saber mais informações sobre isso, recomendo ler a análise do UOL Jogos.

Para terminar, acredito que o jogo vai me trazer muita diversão, mas uma análise completa do mesmo deve demora alguns meses para sair, já que não sou um jogador hardcore que joga um game direto. Melhor assim, já que poderei aproveitar melhor o game aos poucos. É claro que devo ir alternando com o Chaos Theory e o Final Fantasy XII, mas não tenho pressa. Durante o desenrolar do game, posso criar outros textos aqui sobre o game aqui no blog (como já ando fazendo com o Chaos Theory, nos posts Splinter Cell – Chaos Theory: Os tipos de objetivos nas missões e Bizarrices de Splinter Cell – Chaos Theory). Por enquanto, caso tenha um PS2, recomendo jogar este game.