Fato 1 – Eu não tenho mais tanto tempo quanto antigamente. Saio de casa às 7 da manhã e só volto às 6 e meia da tarde. Uso o PC para fins pessoais à partir das 20 horas durante a semana, o que me dá poucas horas para escolher um dos meus afazeres normais: ler o Google Reader, postar aqui um post qualquer, visitar e postar na Unidev, estudar ou jogar um game. Hoje fiz de tudo um pouco, mas isso é o de menos.

Fato 2 – Eu não consigo terminar nenhum game, e já tenho mais de 5 pendentes para o Playstation 2. Os únicos que estão mais perto de serem concluídos é Splinter Cell – Chaos Theory e Final Fantasy XII (apesar de que tenho no mínimo 20 níveis para evoluir para pensar em desafiar os inimigos mais poderosos do jogo. Um deles foi derrotado, e com muito custo).

Fato 3 – Consegui jogar um pouco mais uma obra-prima do mundo dos games. Bom, pelas análises que eu andei lendo algum tempo atrás, Shadow of The Colossus é um dos games mais originais que foram desenvolvidos. E olha que nesta área, é raro ter games com certa originalidade, já que a maioria segue fórmulas consagradas ou são continuações de outros games (como o Splinter Cell citado acima).



Bom, como é um post do tipo Primeiras Impressões, que dizer que você poderá ler sem medo (mas caso queira descobrir o básico do game jogando o mesmo, pare de ler este post), já que um post assim quase não tem spoilers.

Primeiro que ao ligar o game, já é jogado na sua mente, sem cerimônias, uma cena com uma das trilhas mais incríveis que já ouvi no mundo dos games. Apesar da cinemática da pré-abertura não ser tão boa (prefiro as da série Metal Gear Solid, mas tem outras também!), a trilha já te dá um pouco de imersão.

A história do game é simples, e vou usar um trecho presente na análise do game no UOL Jogos:

O game começa com o protagonista Wander chegando a cavalo, junto com uma garota, aparentemente morta (“Ela foi sacrificada”, diz o protagonista), a um misterioso templo. Ao que indica, ele quer trazê-la à vida e imagina que esse lugar tenha esse poder. Uma voz vinda sabe lá de onde, diz ser uma entidade chamada de Dormin e que talvez isso seja possível, mas que será preciso matar os Colossi, gigantes habitantes dessa terra que os vivos não deveriam entrar.

Os gráficos do game não são tão bons quanto o de outros games como Final Fantasy XII, mas os cenários dão um show à parte, principalmente no tamanho. E acredite: eles são enormes! A liberdade que você tem ao andar pelo cenário é imensa! Nessa parte os desenvolvedores capricharam!

A jogabilidade do game é um pouco difícil no início, e a câmera não te ajuda em certos momentos. Principalmente no momento Tomb Raider do jogo (mais detalhes abaixo). Já controlar Agro (o cavalo) também é um pouco difícil, mas é uma jogabilidade realista. E para conseguir navegar pelo mundo, você terá de usar o cavalo, já que, por ter um mundo gigantesco, cavalgar é mais rápido do que andar a pé. Até lembrei agora do cavalo Scadufax, o cavalo de Gandalf, o Cinzento, personagem da história O Senhor dos Anéis.

O momento Tomb Raider é um local onde você tem de escalar um pequeno penhasco (???), onde você tem alguns obstáculos como plataformas para você saltar (similar à série de games estrelado pela Lara Croft). Depois que você escala o mesmo, você encontra o primeiro colossi.

Menos de 5 minutos. Foi o tempo que eu consegui aguentar para tentar enfrentar o primeiro colossi. Apesar de já ter lido parte da estratégia para derrotar este primeiro colossi, isso não quer dizer que será fácil. Aliás, a graça deste jogo será como que você vai descobrir o modus-operandi para derrotar um inimigo com uns 10 metros de altura 😛 E olha que são 16!

Os efeitos sonoros, pelo que percebi, são bons, mas é na trilha sonora que o game dá um show à parte, principalmente na hora de enfrentar os colossi.

E caso você seja do tipo “passou a cena de abertura, vou salvar o game para garantir”, logo depois que você sair do templo gigante, ande (na verdade cavalgue!) à nordeste até chegar numa floresta escura, que lá tem um bloco estilo maia onde você poderá salvar o jogo.

Por fim, é um game altamente recomendado, e que vai me garantir boas horas de diversão (mesmo eu jogando pouco o Playstation 2), e caso você tenha o console da Sony, não deixe de pelo menos jogar um pouco este game. Vale a pena!







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